Com atraso, porém sem falhas, compartilho a minha lista de filmes assistidos, que conta com 105 filmes que eu assisti no último ano.
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Com atraso, porém sem falhas, compartilho a minha lista de filmes assistidos, que conta com 105 filmes que eu assisti no último ano.
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O filme Nosferatu (2024), de Robert Eggers, emerge como uma releitura não apenas do clássico expressionista de Murnau, mas também como uma profunda exploração da psique humana e dos males da repressão. Com uma estética soturna que permeia cada quadro, Eggers não apenas reconta a história de vampirismo e obsessão, mas a ressignifica como uma jornada de vida marcada pela culpa.
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“A história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa” - Karl Marx
Vivemos em uma grande farsa. Diante de uma enxurrada de fake news e negacionismos de diversos tipos (climático, histórico, político), o cinema parece, finalmente, ter reconhecido essa realidade, ainda que com atraso. M. Night Shyamalan construiu sua grande farsa no excelente "Armadilha", desconstruindo o clássico plot twist (que ocorre logo nos primeiros minutos de filme) e exagerando, de forma deliciosamente divertida, todos os clichês esperados de um filme de serial killer. "Duna - Parte 2" desconstruiu a ideia do herói salvador branco, expondo a farsa e a manipulação por trás dessa noção. Agora, é a vez de "Coringa: Delírio a Dois".
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O grande charme da franquia Alien se encontra em mostrar diversas classes sociais sendo submetidas ao poder de uma grande corporação.
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"Mad Max" é uma franquia que reflete os anseios, percepções e visão de mundo de seu criador, George Miller. Dono de uma criatividade ímpar, de uma artesania invejável como realizador e de uma versatilidade poucas vezes vista entre diretores de cinema, Miller consegue sempre trazer, de tempos em tempos, essa franquia de volta à vida e, junto dela, projetar os sonhos e pesadelos mais profundos da humanidade (dentro e fora da ficção) que, cada vez mais, se afunda em guerras, desigualdades e em crises econômicas, sempre se vendo na necessidade de ressignificar ídolos e símbolos religiosos, num eterno retorno aos momentos de caos e intolerância, mas sempre encontrando figuras que combatem essa tendência, ao mesmo tempo que tentam sobreviver a ela. Se, ao longo de quatro filmes, essa figura foi simbolicamente encarnada por Max e seus coadjuvantes, aqui em "Furiosa: Uma Saga Mad Max", a personagem título toma esse papel para si.
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"O Fundo do Coração" conclui com um dos finais felizes mais tristes que eu já assisti. Coppola parece querer pôr em evidência a decadência da sociedade estadunidense, que é bombardeada por promessas de sonhos impossíveis na realidade material da vida. Por isso a constante fuga para um mundo imaginário, uma realidade distorcida em que as canções surgem para narrar as tragédias do sonho americano.
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De "O Bebê de Rosemary" a "Os Meninos do Brasil", "Imaculada" lança um olhar que anda na linha tênue entre um filme convencional descartável de horror e uma experiência aterrorizante e, em alguma medida, marcante.
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